
“Amada” –
nossa “amada” encantou-se, mas, na verdade, já nos vinha encantando a todas as que privamos de seu alegre convívio, seu eterno sorriso, a incansável disponibilidade para servir, a simpatia, a fala mansa.
“Amada” era o termo que sempre usava quando se dirigia a cada uma de nós – e assim nos sentíamos – amadas – por saber sincero o seu dizer.
Thelma era toda coração – e em nosso coração sempre terá seu ninho.
Por isso, Thelma, mesmo encantada, essa plenitude de amor - seu legado - continuará pulsando em cada gesto de carinho, na confraternização que nos une, em todo sentimento bom que pairar em nosso convívio.
Você continua conosco! Isso é “eternizar-se”.
(A escritora e pesquisadora Thelma Maria Azevedo - membro da Academia Feminina ES de Letras - faleceu aos 12 de novembro, às 23h11min, no Hospital dos Servidores Públicos, no centro de Vitória.)
Lindo... como a nossa Thelma! Este "neto literário" sente muita saudade dela, mas sabe que, certamente, ela virou mais uma rosa no belo jardim de Nosso Senhor. Obrigado, Marilena!
ResponderExcluirOLá querida confreira, realmente, nossa Thelminha era tudo isso, pessoa que nos marcou com o seu carinho, atenção e artista que deixou uma obra única para todos os capixabas.
ResponderExcluirBeijos
Renata
Saudades de você, Marilena.
ResponderExcluirLinda sua homenagem à Thelma e muito linda também a homenagem que fez a José Augusto de Carvalho na página de abertura do blog. Seus textos são sempre divinos.
Beijos.
Silvana
Nena, dizer que gostei de sua crônica de ontem, não faz sentido, gosto de todas, sou seu fã. Agora depois de aposentado, me vi ontem acuado, na sala de aula, do jeito que vc disse. Sou do tempo em que a professora passava no arraial onde eu morava, ia na frente com uma bitela régua, e a gente seguia atrás. Não sou favorável a isto, mas escola sem limite também é ruim pra todos.
ResponderExcluirMudando de assunto, quando vc relembrar os tempos poetas de Vitória, fale um pouco sobre Deny Gomes, ela marcou uma época no IC3 da UFES.
"Mas quando dá nossa hora,
Valha-me Nossa Senhora
Nosso sangue brasileiro
Africano Nordestino
Ferve, derrama pra todo lado
feito leito mal vigiado."
Deny gomes.
Bjos de Aélcio De Bruim (cordelconto@hotmail.com)