Canção para Lana - 1998
Ela é toda de seda e de veludo
assim adormecida.
Às vezes um frisson quase a desperta.
Finas e longas as pestanas se agitam.
Penso em rumor de asas
- borboletas.
Invade-me a ternura e
quase a medo
mal ousando tocar a frágil porcelana
ensaio uma carícia.
Entre nuvens de sonho ela sorri.
Com voz branca canto um acalanto
na surdina que a penumbra evoca.
Ah, novamente voltar a ser criança...
nada esperar, nada saber,
viver apenas
a fantástica aventura de viver!
Ela é toda de seda e de veludo
assim adormecida.
Às vezes um frisson quase a desperta.
Finas e longas as pestanas se agitam.
Penso em rumor de asas
- borboletas.
Invade-me a ternura e
quase a medo
mal ousando tocar a frágil porcelana
ensaio uma carícia.
Entre nuvens de sonho ela sorri.
Com voz branca canto um acalanto
na surdina que a penumbra evoca.
Ah, novamente voltar a ser criança...
nada esperar, nada saber,
viver apenas
a fantástica aventura de viver!
Linda! Quero conhecer a música.
ResponderExcluiroutro poema não canso de ler...
ResponderExcluiré maravilhoso
é um quadro, uma pintura.
nossa, Janine, que delicía seus comentários. Amei!!!
ResponderExcluirmami